Desejo que este espaço seja um local que você tenha prazer de participar, e que nossas trocas intelectuais, culturais, emocionais e espirituais resultem em acréscimo para todos nós.  A intenção deste blog também é de publicar algum artigo que você tenha produzido, para que todos aprendamos sobre os mais diversos temas. Enfim, que este seja um local
aconchegante para você.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

UM DIA MUITO ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO

"Este é o dia que fez o Senhor ; regozijemo-nos e alegremo-nos nele."
(Salmo 118:24)

Arthur, meu dileto sobrinho, nasceu há 10 anos, no dia 16 do segundo mês
do calendário. Era, como agora, completamente ensolarado aquele dia.
O sol brilhante irradia luz e calor, e isso mesmo define nosso "Tutui".
Seu sorriso brilha, o abraço é caloroso, e seu olhar é
completamente expressivo na alegria e no afeto.
Arthur, valente guerreiro, vivendo personagens e fantasias de tantas estórias,
compartilhou comigo as lutas vitoriosas com espadas, e eu, batizada por ele de
"A Dama da Noite" e tantos outros nomes memoráveis, fui agraciada
com outra infância (adulta) feliz!
Obrigada pela casinha na árvore, e por afastares bravamente os perigosos
dragões !! Te amo muito!!
Tenho certeza, querido, e oro por isso, que continuarás tendo uma vida feliz!
Com amor,
tia Re

Obs: O beijo pela data te dei no aniversário, mas eu desejei publicar aqui,
para ti, esta homenagem

Regina Fabrício

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Comercial Nota 1000

A vida passa rápido, a gente sabe disso.

Então,que diferença podemos fazer no dia a dia na vida dos outros e na nossa própria?

Um outro texto nos remete a "Frear a Agenda Descontrolada". É um bom começo.

"Sinceridade.Transparência.Perseverança.Profissionalismo.

Valorizar o fundamental.Contabilizar boas relações.Investir na alma. Preservar recursos. Profissionalismo.Marketing do amor.Estocar sorrisos.Beijar seus amores, dizer-lhes que os ama. Cultivar Deus. Agradecer."

Este comercial refere parte do que é fundamental e essas são algumas das atitudes que podemos adotar para tornar este mundo um pouco mais sensível e de fato humano.Viver como "feito à imagem e semelhança de Deus", como era na origem, revestindo-se do "novo homem".

Regina Fabrício

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A VIAGEM

Mário Nitsche é um estimado amigo de longa data.
Autor de livros "AMOR MAIOR" e "O DESCANSO DO HOMEM",
considero-o um talentoso escritor por natureza. A produção
é rica, as palavras fluem belas, o conto tem magia própria.
Como já foi dito dele: "parece que já nasceu escrevendo..."
É, portanto, uma honra para mim publicar " A Viagem"
no Condado da Esperança.
Regina Fabrício

A VIAGEM






No dia 29 de dezembro de 2.009 saímos.

E fomos.

Egito.

Uma maravilha fincada no deserto, nordeste da África e vitalizada por um outro encanto chamado Nilo. O Nilo é bonito e tem personalidade forte.

Ele fala... ele vive!

Há uns 8.000 anos o Nilo começou a se esculpir em sua forma definitiva. Uma gigantesca serpente saindo do coração da África, correndo paralela ao Mar Vermelho e passando com elegância num bonito delta para o Mar Mediterrâneo.

E um povo impressionante, os antigos egípcios há uns 4.000 anos AC aprenderam a usar as águas das cheias do Nilo e o Sol e em milhares de quilômetros às margens do Nilo coordenaram um magnífico trabalho agrícola! O deserto floresceu em trigo. O Egito ficou poderoso. Os antigos diziam que “quem bebe da água do Nilo sempre volta”. Desnecessário. O Nilo é um estado de espírito. Você chega lá e daí ele fica com você por onde você for.

O Egito é uma experiência de vida.

O fascinante é que a vida a morte e a história passeiam de mãos dadas pelas cidades e sentam-se para conversar nos monumentos e areias do Saara. Há no Egito uma religiosidade sólida tipo grande pergunta que se impregna na gente. Passeando por um templo ou andando pela rua se você vir a morte caminhando ao seu lado, não ligue. Ela não é tão feia assim e anda triste com a discriminação descabida feita à ela que durante tantos e tantos milhares de anos têm cumprido sua função com esmero e amor. Pobrezinha! Dá dó de ver.

No oposto das religiões orientais em sua maioria, os egípcios criam e crêem no indivíduo criado e quando ele morre sua alma não se dilui no todo e sim continua e fica passeando, zanzando por lugares impressionantes em muitas dimensões e um dia com saudades do corpo dentro do qual foi esculpida, volta. Mas para reconhecer o velho casulo onde viveu, amou e aprendeu tanto, o corpo deve estar preparado! Nas urnas com aquela ortografia tão bonita está a história do moço! Onde nasceu; coisas que gostou. Atos, religião, função na sociedade, o nome do cachorrinho de estimação, o time... e tudo que é essencial. Daí ela, a alma aventureira, volta, olha e vê: “Ah, esse sou eu, pô!” A arte de embalsamar corpos para a volta da alma chegou a máximo no Egito. Demorava setenta dias na Casa da Morte. O único problema na CM é que era uma instituição do governo e gerida por sacerdotes! Imagine...

E todos os extintos levavam alguma coisa consigo... Os mais ricos o exuberante: jóias, carros, brinquedos e muitos e muitos dólares. Os pobres, para variar, muito menos... Davam graças a Amon por serem embalsamados (depois de pagar a vida inteira por isso) e levarem escondido um pequeno escaravelho para dar sorte e olha lá!

Havia cerveja na maioria dos túmulos e eles criam que a tomariam na Terra do Poente. Uma eternidade com uma cerveja que não faça mal, não dê porre e nem engorde! Indescritível...

Existe no Egito uma imensa pergunta: A ETERNIDADE! Ela não é questionada de um modo geral... a dúvida é se com tudo o que se pode fazer a gente salta para lá e vive no eterno. Os Egípcios não valorizam a morte e sim pensam na eternidade e RESSUREIÇÃO!

Uma gravura fantástica é a versão egípcia do Juízo Final de Michelangelo. Uma balança e num dos pratos coloca-se o coração da pessoa. No outro uma pena. Se o coração do cara estiver pesado de iras, remorsos, raivas, apunhalamento de amigos pelas costas, amor ao poder e outros, a pena sobe, o coração é devorado e a alma se perde no mundo da morte. Se o coração estiver leve e houver equilíbrio com a pena ele passa para a ressurreição junto com Osíris.

É... um coração leve é bom em qualquer cultura do mundo. E para a saúde também.

Grandes guerreiros estrangeiros passaram, lutaram viveram e alguns morreram no Egito.

A Babilônia invadiu o Egito. Mas foi vencida por Alexandre o Magno que foi lá e encarou os babilônios. Alexandre foi entronizado Faraó e virou um deus no Egito! Ele gostou muito e como já era o magno... imagine depois.

O Egito quase foi tomado pelos Hititas um povo feroz que tinha um só deus, “o” tempestade e achava que o sol era feminino... Você já pensou no sol sendo uma mulher? Não! Eles sim. Quem sabe se eram tão brabos assim por isso. Uma mulher pode ter o brilho do sol o que a deixa mais bonita... Mas nunca ser “o” sol. O que é isso meu Deus... Os hititas não estavam com nada. (1)O Egito foi salvo por Horemheb numa série de batalhas magníficas.

Muitos e muitos outros. Sem esquecer dos romanos no ocaso do Egito antigo.

Mais modernamente Napoleão discursou - tendo as pirâmides às suas costas - para suas tropas cansadas e loucas para voltar a França e comer baguetes com um bom vinho. Bom mesmo!

Alemães e ingleses mediram forças no Egito na Segunda Guerra e quase morreram e muitos morreram (também) do calor do deserto dentro dos tanques.

Quem serão os próximos?

E o Egito continua lindo e misterioso.

Nosso guia, um egípcio simpático que fala um portunhol quase perfeito foi ótimo. Ele passava a mão carinhosamente pelos desenhos, esculturas e hieróglifos e contava histórias e mais histórias! Nos chamava de “família”, pedia atenção e contava... contava. Quatro dias convivemos. Dei a ele um exemplar do AMOR MAIOR autografado e vamos ver se continuamos a viagem por e-mails agora que um pouco do Nilo está aqui.

Três dias navegamos pelo Nilo. Sublime. Lindos pores do sol e grandes papos na cobertura do barco sobre tudo e mais um pouco e a vida. Magia. Viajamos pelo Nilo de Assuan a Luxor. Luxor? Não, para mim é Tebas! Eterna Tebas. Passeamos pela Avenida dos Carneiros por onde Horemheb e Sinuhe o egípcio caminharam preocupados sobre onde tudo iria parar com a idéia maluca do Faraó Aknaton da existência de um só Deus e um mundo onde todos seriam iguais perante Ele... Que coisa!

Faltou um cafézinho na Avenida dos Carneiros, mas nada pode ser perfeito.

De Luxor fomos a Paris. Uma outra história.

P.S. (1)- Os hititas também tinham muito medo de olhar a lua! Ela só deveria ser contemplada de vez em quando por pessoas poderosas e de preferência não por muito tempo. Eles não eram românticos!

O CRISTÃO NO MUNDO

Sabemos que não somos do mundo, mas estamos nele, não é mesmo?

O ser humano é um ser social, e isso traz implicações sociais para a igreja de Cristo. Embora a igreja seja chamada do mundo para formar um povo santo para o Senhor, ela não é arrancada do mundo nem trasladada para o céu no momento de seu chamado eficaz, mas continua vivendo neste mundo e precisa se relacionar com ele, caso contrário não conseguirá cumprir a sua função de sal e luz.

Mas qual é a relação que a igreja deve ter com o mundo? Quais são os deveres sociais da igreja e o que isso tem a ver com cada cristão, individualmente, e com o corpo de Cristo, como um todo?
A compreensão deste tema é fundamental para que possamos estabelecer claramente a diferença entre Igreja e Gueto.

A igreja está no mundo e precisa testemunhar ao mundo de maneira clara e impactante, demonstrando vivamente o amor de Cristo e mostrando ao mundo e a cada pessoa a sua total dignidade, que só é encontrada em Cristo.

O gueto é um grupo fechado que só se preocupa com seus próprios interesses e com a manutenção de sua subcultura e que, por isso mesmo, não tem nenhuma influência social fora de si mesmo. Fomos chamados para ser igreja do Senhor, e isso nos impõe claras responsabilidades sociais.

A primeira coisa que se deve dizer, ao abordarmos o tema da relação entre a igreja e o mundo sem Deus, é que a nossa missão é proclamar ao mundo o evangelho de Cristo.

A igreja é proclamadora da verdade, a Bíblia não apresenta qualquer outra maneira de salvação para o ser humano a não ser mediante a fé em Cristo, e a igreja é responsável por fazer essa proclamação com fidelidade.

O primeiro aspecto que deve ser abordado é a ética social que a Escritura requer da igreja. A conduta cristã deve ser pautada pelo amor não só quando se refere à relação dos crentes entre si, mas também quando se refere à relação dos crentes com aqueles que não pertencem à igreja cristã. Manter uma boa relação com os crentes e uma relação ruim com os incrédulos não é a postura da igreja cristã, mas a postura de um gueto vaidoso que não consegue enxergar nada além de si mesmo, muito embora a Bíblia tenha claros ensinamentos a esse respeito.

O apóstolo Paulo ensina aos crentes de Tessalônica que a conduta deles para com os de fora deveria ser digna.(1Ts 4:11,12)

A responsabilidade do cristão para com os seus - Prover para si mesmo

É importante que cada um de nós cultive o amor-próprio (Ef 5.29). No entanto, esse amor-próprio deve ser moderdo. Ele deve ser suficiente para nos levar a trabalhar para que possamos suprir as nossas necessidades básicas com dignidade. Isso significa que ficar desocupado, sem se preocupar com os estudos ou em arrumar emprego não é um bom testemunho. Abrir mão de sua responsabilidade de trabalhar para ganhar o próprio sustento não é uma atitude cristã.

Prover para a própria família

Nem todas as pessoas estão capacitadas para prover para si mesmas, como acontece com as crianças e muitos enfermos e idosos. Nesse caso, o cristão tem a responsabilidade de prover por elas. O apóstolo Paulo diz a Timóteo que "se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que a o descrente" (1 Tm 5.8). Isso significa que a responsabilidade primária pelos pobres e pelos que não são capazes de ganhar o próprio sustento é da família. Aliás, como esse é um dever cristão, deve ser feito com dedicação e dignidade.

Prover para outros cristãos

Há pessoas que querem e tentam, mas não conseguem suprir para si e para seus familiares. Quando isso acontecer a um cristão, temos a responsabilidade de socorrê-los de maneira eficaz. Paulo fala sobre isso (Gálatas 6.10) e ele mesmo se empenhou pessoalmente em levantar, entre as igrejas , uma oferta especial para os crentes pobres da Judéia (Rm 15.26; 1 Co 16.1-4). João chega a perguntar: "Aquele que possuir recursos deste mundo, e vir seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?" (1 Jo 3.17). Tiago também indaga: "Se um irmão ou irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano, e qualquer dentre vós, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?" (Tg 2.15,16).

A responsabilidade do cristão para com todos

A igreja cristã tem responsabilidade de socorrer não somente os pobres que são crentes (embora deva começar por eles), mas também aqueles que não pertencem à igreja cristã. Este ensino permeia toda a Escritura, começando pelo AT, onde o Senhor revela várias vezes e de vários modos a sua vontade de que os pobres sejam socorridos em suas necessidades.

A lei de Moisés ordenava que os cantos das plantações não deviam ser colhidos e as espigas que caíssem no chão não deviam ser recolhidas. O fruto da terra devia ser deixado para os pobres, que podiam pegar livremente, para o seu sustento, as espigas que ficavam perto da cerca, sem que isso constituísse roubo (Lv 19.9,10).

Uma promessa de bênção é feita àqueles que socorrem os necessitados: "Quem se compadece do pobre ao Senhor empresta, e este lhe paga o seu benefício" (Pv 19.17), e este paga o seu benefício" (Pv 19.17), e também uma promessa de bem-aventurança: "Bem-aventurado o que acode ao necessitado; o Senhor o livra no dia do mal" (Sl 41.1).

No NT Jesus ensina: "Ao dares um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos e serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém tu a receberás na ressurreição dos justos" (Lc 14.13,14). O cuidado dos pobres, segundo Jesus, produz galardão, que ele chama de "tesouros no céu" (Mt 6.19-21). Os Evangelhos são repletos de demonstrações do amor de Jesus pelos pobres, enfermos, cegos e coxos, a tal ponto de eu não precisar enumerá-las aqui.Pesquise e cite você mesmo pelo menos umas dez ocorrências desse tipo.

Por outro lado, aqueles que oprimiam o pobre receberam promessas de juízo divino: "Ai dos que decretam leis injustas,dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos" (Is 10.1,2). Amós também adverte: "Ouvi isto, vós que tendes gana contra o necessitado e destruís os miseráveis da terra...Jurou o Senhor pela glória de Jacó: Eu não me esquecerei de todas as suas obras, para sempre!" (Am 8.4,7).

O crentes, portanto, tem a obrigação de socorrer os pobres em suas necessidades, sabendo que, ao fazer isso, está fazendo não só aos pobres, mas ao próprio Cristo: "Tive fome, e me destes de comer;tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me...Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes" (Mt 25.35-40).

A Igreja, A Poluição e o Meio Ambiente

A igreja tem responsabilidade na preservação da natureza. Essa responsabilidade foi dada pelo próprio Deus que, depois de terminar a obra da criação da natureza e declarar que tudo era muito bom (Gn 1.31), colocou o homem no jardim para "o cultivar e guardar" (Gn 2.15). Portanto, de acordo com o relato bíblico, que é a nossa única regra de fé e prática, a igreja tem o dever de preservar a criação e peca quando deixa de cumprir o mandato cultural.

Aliás, somos ensinados, na Escritura, que a natureza reflete a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos" (Sl 19.1); e ainda: "Quando contemplo os teus céus, obra dos teus dedos, e a lua e as estrelas que estabeleceste, que é o homem que o visites? Fizeste-o, no entanto, um pouco menor do que Deus e de glória e de honra o coroaste" (Sl 8.3-5).

Diante do que dito, portanto, percebemos que a poluição e a degradação ambiental devem ser combatidas pela igreja de Cristo porque elas:

* Destroem a criação de Deus, que deve ser preservada e tratada.
* Mancham a manifestação da glória, da sabedoria e do poder de Deus, que se revelam por meio da obra da criação.

Portanto, a igreja tem o dever de levantar a sua voz para impedir, por todos os os meios legais de que dispõe, a destruição das florestas, a contaminação dos rios e nasentes,mares, a poluição de ar e todos os outros temas envolvidos na preservação da natureza. É realmente lamentável vermos que organizações que nada tem a ver com igreja se levantam todos os dias em favor da preservação da natureza, enquanto a igreja, que tem essa responsabilidade, fica calada. Essa omissão é pecaminosa.

Quando se fala em poluição, logo pensamos na poluição pública, mas há um outro tipo de poluição que também precisa ser evitado: a poluição particular. Um quintal cheio de lixo é um tipo de desleixo pelo jardim que nos foi confiado.

A poluição e a degradação ambiental sempre são pecado porque destroem e contaminam a boa criação de Deus. A igreja precisa urgentemente assumir a vanguarda de projetos de reciclagem, saneamento e preservação de florestas e reservas. Não podemos esperar que os seres vivos morram para tomarmos essa iniciativa.

Artigo 225. Da Constituição Federal "Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações".

Acorda igreja de Jesus. Pelo fato de estarmos no mundo e termos a responsabiliddae de salgá-lo e iluminá-lo, temos profundas responsabilidades sociais a cumprir. Muito embora o Estado tenha também suas obrigações no cuidado dos pobres, a igreja não pode despejar nos ombros das autoridades civis uma responsabilidade que lhe foi dada por Deus.

Tratei apenas de três áreas de interesse contemporâneo sobre as quais temos responsabilidades sociais.Existem muitas outras, e a igreja precisa agir e rápidamente de maneira tal que ela possa testemunhar de modo vivo e eficaz do amor e da graça de Jesus Cristo.

Ensine aos seus filhos, amigos e aos crentes da sua igreja a importãncia da preservação da natureza e explique o que isso tem a ver com Deus e com a igreja. Estenda a mão aos necessitados de sua igreja. Se você tem algum funcionário a seu serviço, registre-o e lhe pague um salário justo. Zele pela fidelidade de seu testemunho cristão diante de Deus e da sociedade.

Artigo 7o. Da CF/88: "São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:

Inciso VII - garantia de salário, nunca inferior ao mínimo"...

A verdadeira contradição que cristãos e igrejas podem, e em muitos casos estão vivendo, é a contradição entre o que se crê e o que se vive. Se fizermos uma pesquisa entre os evangélicos do Brasil, perguntando sobre o que acham da miséria todos responderão que são radicalmente contrários a ela, e que isso só acontece por causa do pecado humano. Porém, se olharmos para as igrejas evangélicas do nosso país, percebemos que nelas também são reproduzidos os mesmos quadros de miséria e de opressão social.

Generosidade gera generosidade

Ao longo do capítulo 9, Paulo aponta para esse fator multiplicador que a generosidade pode trazer ao afirmar que : "a dedicação deles motivou a muitos" (2 Co 9.2). Por isso temos que nos dedicar desde já à prática da generosidade em nome da igualdade. Se começarmos, muitas outras virão. Façamos o seguinte: "Cada um contribua segundo propôs no seu coração: não com tristeza, nem por constrangimento; porque Deus ama aos que dá com alegria" (2Co 9.7).

Nenhum acúmulo é justificado diante da graça de Deus, se outros passam por necessidade.
"Enquanto não levantarmos o último que estiver caído, todos nós estaremos no chão" (H.C.Lacerda)


Fontes da pesquisa: Revista do Educador Cristão - No 46 (2004) -Págs: 21 a 24. Juerp
Bíblia Sagrada -Revista e atualizada (Almeida)
Revista Compromisso - 4o trimestre de 2004 - EBD 11(12 de dezembro) - A visão do serviço social - Págs 43 a 45.Juerp
Constituição Federal/88

Ir.Elizabeth Moraes

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Zilda Arns: mulher do bem

Valdo Barcelos*

O poeta e ensaísta mexicano Octávio Paz (1914-1998) dizia que aquele que morre de um jeito diferente do que viveu é porque não foi sua a vida que viveu. Penso que esta máxima é perfeita para dizer de como foi a vida e a morte da médica, pediatra e sanitarista Zilda Arns (1934-2010). Zilda Arns foi uma das vítimas brasileiras no terremoto que assolou a República do Haiti no dia 12 último. Nascida no pequeno município de Forquilhinhas-SC, se transformou em cidadã do mundo. Dedicou sua vida a organizar os mais desprotegidos deste Brasil. Ao mesmo tempo em que era de uma doçura e amorosidade imensas, Zilda demonstrava imensa força quando se tratava da defesa da saúde pública, em especial de crianças em situação de desnutrição e de mulheres carentes das comunidades pobres do Brasil. Sua amorosidade não desaparecia nem mesmo quando precisava defender suas teses contra a insensibilidade de poderosos e governantes inescrupulosos. Mesmo nesses casos, ninguém nunca a via levantar a voz. Conseguia mostrar que gritar, ou falar alto, via de regra, é atitude de quem tem poucos argumentos ou coisa de prepotentes. Mesmo nos debates mais acalorados falava sem gritar. Mantinha a serenidade e o sorriso de quem sabe o que quer. De quem sabe que está do lado certo.

Esta mulher, que viajou o mundo, sempre retornava ao lugar que, segundo ela, mais a fazia feliz: o Brasil. Sua dedicação às causas dos pobres lhe valeu grandes alegrias. Seu trabalho foi reconhecido em muitos países e em todos os continentes. Recebeu prêmios e condecorações que ela, na sua simplicidade e humildade, dedicava aos que com ela trabalhavam. Entre os tantos prêmios merecidos que recebeu foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz. Entre as tantas entidades que ajudou a organizar, uma delas lhe era muito cara: a Pastoral Nacional da Criança. A ela, dizia, dedicava suas mais delicadas e fortes energias. Foi sua fundadora em 1983 e permaneceu como coordenadora até a recente morte. Aonde ia, Zilda Arns levava o nome, a mensagem e a prática de trabalho da Pastoral da Criança no Brasil. Prática esta, que foi seguida e imitada por centenas de outras entidades pelo mundo todo. Talvez poucas pessoas sejam tão conhecidas e reconhecidas fora deste país como a brasileira Zilda Arns. Mulher de fala mansa. De olhar denso. Gestos calmos e sorriso largo. Mulher que soube, como poucos, mostrar a força do frágil num mundo de tantas brutalidades. Zilda Arns morreu no lugar onde passou grande parte de sua vida: nos haitis de lá e daqui. Zilda Arns, Mulher do Bem!

*Valdo Barcelos é professor da UFSM - Universidade Federal de Santa Maria, RS, ecologista, escritor.

Fonte: Gazeta do Sul, Santa Cruz do Sul, RS - 15 01 2010

Site: www.gazetadosul.com

sábado, 16 de janeiro de 2010

Freando Sua Agenda Descontrolada

MANÁ DA SEGUNDA
www.cbmc.org.br
14 de janeiro de 2010
Doze anos servindo as comunidades empresarial e profissional



O executivo empresarial John Owens, em seu livro, “The Paradox of Success” (“O Paradoxo do Sucesso”), fala sobre o estar no topo da vida corporativa, mas no fundo do poço na vida pessoal. Sua esposa e dois filhos o tinham deixado; seus empregados e assistentes evitavam qualquer relacionamento informal com ele; até mesmo os amigos haviam se tornado “frios e distantes”. Ele se transformara no exemplo clássico do líder que prospera nos negócios, mas está falido na vida pessoal!

Owens escreve: “Nada à minha volta neste escritório é pacífico. Tenho um milhão de pensamentos rodopiando em minha cabeça e uma lista que parece conter milhares de tarefas por concluir. A desordem contribui para uma atmosfera de caos. Notas autocolantes circundam a tela do meu computador e pilhas de livros, revistas e jornais não lidos ocupam praticamente todas as superfícies visíveis. Comprei uma fonte de água Zen que lança íons negativos no ar a fim de reduzir o estresse, mas o clima é tão seco que a água evapora e o motor da fonte emite sons irritantes, em lugar do suave barulho de água caindo.”

Esta descrição, de alguma maneira, reflete sua própria vida? Se assim for, tenho uma advertência para você: PARE! Freie sua agenda descontrolada. Desacelere o suficiente para prestar atenção ao mundo ao seu redor.

Todos os anos muitas igrejas observam a Quaresma. É a tradição em que por quarenta dias é recordado o período em que Jesus Cristo viveu no deserto, disciplinando-Se e preparando-Se para enfrentar as tentações extremas que estavam por vir. Você pode encontrar esse relato no Evangelho de Mateus 4.1-11, na Bíblia.

Muitos de nós, em certa medida, somos como Owens, nos movendo freneticamente de um lugar para outro na interminável busca para alcançar metas maiores e mais desafiadoras, muitas vezes sem parar tempo suficiente para perguntar: Por que?

Em breve teremos novo período de Quaresma. Mesmo que você não frequente uma igreja ou não seja uma pessoa religiosa, seria sábio se considerasse fazer um retiro anual pela quaresma, fazendo dele um tempo de abnegação e disciplina, aquietando o caos à sua volta de forma a observar as pessoas que o cercam e o impacto que você está exercendo – ou não – sobre a vida delas.

Suas metas e objetivos mais valiosos valem um preço tão elevado? Melhor ainda, não espere pela quaresma. Comece hoje ainda fazendo e buscando respostas para questões como:

· Quais minhas metas pessoais e familiares para este ano?
· Que coisas antigas em minha vida precisam morrer antes que coisas novas possam nascer e ocupar seu lugar?
· Como posso alcançar um lugar de santidade e serenidade em meio ao meu mundo atarefado?

Deixar de parar o tempo suficiente para honestamente fazer estas perguntas a si mesmo e decidir como reagir às suas respostas, pode lhe custar mais do que você imagina. Jesus disse: “Porque qualquer que quiser salvar a sua vida perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de Mim, perder a sua vida a salvará” (Lucas 9.24).

Texto adaptado de "The Clallenge" (O Desafio), escrito e publicado por Robert D e Rick Foster. Autorização para reprodução desde que com os devidos créditos é concedido e estimulado. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes (fortes@cbmc.org.com)



MANÁ DA SEGUNDA® é uma refelxão semanal do CBMC - Conecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2007 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL - E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.



Questões Para Reflexão ou Discussão

1. Você se identifica com o que John Owens descreve de sua vida ou conhece alguém que se encaixa em sua descrição? Ao ler isso, como você se sentiu?

2. O compromisso com o sucesso custou a Owens a família e relacionamentos importantes. Acha justificável que alguém faça suas metas corporativas e pessoais tão importantes a ponto de sacrificar tudo o mais?

3. Como você responde às perguntas sugeridas para ajudar-nos a fazer um breve “retiro” para reavaliar a direção de nossa vida profissional e pessoal?

4. Conforme suas respostas, que mudanças consideraria fazer nos próximos dias, semanas e meses?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 4.23; 16.2; 21.2; 27.23-27; Eclesiastes 5.10-20.

Robert D. Foster

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Our Home Planet Earth

Que diante da perfeita criação de Deus sejamos gratos pelo lar
com que Ele nos agraciou para morarmos.
O Planeta Terra, simplesmente uma das expressões divinas.
Regina



Michael Jackson - Earth Song

Agradeço a Merton Wondracek e a Vera Gschwnter pela remessa deste valiosíssimo vídeo.

Para janeiro minha intenção era ter material sobre o Planeta Terra e a triste degradação que testemunhamos todos os anos. E eis que 2010, iniciando o calendário, nos traz terríveis imagens,
em que a Terra desta vez geme no Brasil(Angra,SP,RS) e as pessoas, por suas perdas, choram de dor.

Meu estimado amigo Merton havia me encaminhado este material sem que tivéssemos conversado
sobre ser esse o assunto que eu intentava publicar no primeiro mês do ano. E que grata surpresa/presente! Eu gostava muito de Michael Jackson, admirava demais seu talento, mas desconhecia o lado poético -ainda mais em se tratando do tema da destruição do planeta-
onde percebe-se a sensibilidade como se refere à Terra (Planet Earth- poema escrito e narrado por Michael Jackson) O outro vídeo, EARTH SONG é imperdível, belíssimo, tendo sido gravado em parte, no Brasil, Amazônia.

Planet Earth

"Planeta Terra,
meu lar,
meu lugar(...)
Um pedaço de metal
prestes a enferrujar(...)
Você se importa? Por acaso
tem a ver com você?(...)
Um globo pequeno
pronto a se despedaçar(...)
Você é minha querida
gentil e azul,
Planeta Terra
de todo meu coração,
eu amo você!"



domingo, 10 de janeiro de 2010

A Corrupção e seus antídotos

(José Hermílio Ribeiro Serpa Advogado e Professor de Política)

A persistência de hábitos de corrupção em nossas práticas políticas cotidianas dá azo a que pensemos em suas causas e em meios legais preventivos e remediativos dirigidos a , se não erradicar o mal, pelo menos, atenuá-lo ou minimizá-lo em freqüência e quantidade.

A corrupção, como é sabido, consiste em ações praticadas por agentes públicos- pessoas que prestam serviço público por ação direta ou indireta ( caso dos serviços delegados ou permissionados) desviando-se dos objetivos da lei que os autoriza a prestá-los

Estas ações podem derivar do desvio de finalidade ou simples abuso do poder, ou ainda, grosseira apropriação de recursos públicos em proveito próprio ou de terceiro de seu interesse ( caso do peculato).

Então, toda a falcatrua ( ação que se pratica fora dos fins legais e das exigências morais prevalecentes nas vigências sociais), realizada por alguém constitui ato de corrupção.

Desta forma, prometer algo aos eleitores que sabe de antemão que é impossível de realizar, por impedimento legal ou por impossibilidade material das disponibilidades orçamentárias, constitui ação imoral, forma corrupta de fazer política. O mesmo se diga de quem arrecada contribuições muito além do permitido por lei, durante a campanha eleitoral, sem declará-las nas Justiça Eleitoral, usando do famoso Caixa 2 e compra os votos, ficando, depois, refém dos financiadores.

Ou, ainda, elege-se por um partido, prometendo seguir uma linha filosófica de ação e, após eleito, faz alianças escabrosas com os inimigos de sua grei, em nome da governabilidade, renegando a proposta que levou os eleitores a eleger o candidato vencedor.


Por que isto acontece? Muitos dizem que é uma questão cultural- se os eleitores usam de trapaça nos hábitos cotidianos, como no comércio ou nas relações interpessoais, onde a honestidade e a veracidade não são a regra adotada pelos agentes sociais, por que os políticos seriam diferentes? Esta argumentação justificadora da corrupção, a partir dos hábitos latitudinários da cidadania remonta a Aristóteles, quando o celebrado filósofo diz:

“a cidade é virtuosa, não por obra do acaso, mas da ciência e da vontade. No entanto, uma república só pode ser virtuosa quando os próprios cidadãos que tomam parte no governo são virtuosos”


Outros atribuem à ausência de impunidade, uma vez que, quem tem dinheiro, facilmente se livra das acusações, se levadas ao juízo político ou ao judicial.

E, assim , vão as argumentações .

O fato é que a corrupção não pára. Hoje, a imprensa publica que o Brasil, no rank dos países mais corruptos do mundo está no lugar 75º, diminuindo em cinco posições! E esta notícia é motivo de comemoração para alguns, fato que é motivo de vergonha para pessoas mais exigentes no plano da eticidade.


O que fazer?

Primeiro, a cidadania deveria observar melhor os políticos na hora de elegê-los a cargos a que concorrem, buscando o Poder Legislativo – Deputados e Senadores – ou o Poder Executivo : Presidente da República ou Governador.

Assim, o cidadão ou a cidadã não deverá votar em quem tenha um passado comprometedor pelos atos praticados na vida pública ou privada ou tenham revelado inaptidão, enquanto agente político, no cargo público que eventualmente exerceu.

Segundo, a cidadania deveria utilizar-se mais dos instrumentos legais que a ordem jurídica põe à disposição para combater judicialmente a corrupção, como a ação popular em que qualquer cidadão, sem pagamento de custas judiciais, pode entrar em juízo para cobrar de um agente político os gastos excessivos em obra pública superfaturada ou mesmo gastos pessoais em mordomias, fatos estes que são noticiados ,às escâncaras, na imprensa nacional. Seria, neste aspecto elogiável se a Ordem dos Advogados do Brasil oferecesse gratuitamente advogados especializados em direito público para patrocinarem estas ações populares, quando demandados pela cidadania.

Poderá, também, o interessado encaminhar representações (denúncias no sentido coloquial do termo) ao Ministério Público, a fim de que este órgão tão importante para a sociedade encaminhe ações de improbidade contra os agentes políticos que praticam condutas desviantes, dilapidando os recursos públicos, arrecadados do esforço de todos indistintamente.

Terceiro, votar, nas próximas eleições, em candidatos que tenham qualificações pessoais para exercitar o mandato que buscam, tanto no plano moral quanto no plano intelectual e que tenham uma proposta de mudança nas instituições políticas brasileiras, especialmente as que conduzem a uma efetiva responsabilização dos desvios de finalidade, da corrupção dos agentes políticos, como o Parlamentarismo, o voto distrital misto, com a eleição majoritária, nos distritos eleitorais , de dois terço das vagas existentes da Câmara dos Deputados nos Estados-membros da Federação e um terço pelo voto proporcional, em candidatos apresentados em lista fechada pelos partidos.

Estas medidas permitiriam a representação obrigatória no Legislativo de todas as regiões geo-econômicas, além de diminuir o custo da campanha política, porque localizada em espaço geográfico menor, e ensejaria maior controle do abuso do poder político e do poder econômico . Além do mais, provocaria o renascimento do debate ideológico, com as listas fechadas na eleição de um terço das cadeiras legislativas.

CAFÉ E CHIMARRÃO

(Merton 16 de abril de 2005)

Faço o café, enquanto termino o chimarrão.
Preenche a casa de alegria e cheiros
Precede as atividades do dia
Prenunciando a rotina que desenhamos.

Ouço o filho levantando e buscando o mingau,
ou sendo acordado pela Sasha arranhando a porta
O jornal se pega durante xixi do cachorro, e leio:
O Papa está "já tocando o céu", direto, sem purgatório.

Há coisas como o café e o chimarrão, que nos organizam
Há outras, como o churrasco e uma visita, a pedir organização.

O nosso "momento musical" é uma mistura disso.
Organiza, pois nossa noite é em função dele,
Mas também pede certa organização,
Pois há a necessidade de selecionar o melhor.

Deito na rede, entre o Correio do Povo e um livro,
Enquanto o cão faz esfrega-esfrega penteando-se,
Vou pensando em tudo isso e volto a planejar:
Telefonemas, momento musical, churrasco com chimarrão.